segunda-feira, 11 de março de 2013

VOLTA DA PEDRA SELADA COMO OS AMIGOS DO MTB ALTO GIRO, DE BARRA MANSA RJ.

 
     AMIGOS DO ALTO GIRO , DE  BARRA MANSA RJ.
    A FAMOSA PEDRA SELADA SOB UM ÂNGULO ERÓTICO ...RSS


        Confesso aos senhores que o subidão do M não é um dos meus
trajetos favoritos , já fui lá muitas vezes e, é sempre a mesma coisa
: muito cansaço , muito perrengue e pra completar as minhas costas
sempre doem. Acabo jurando pra mim mesmo que nunca mais vou voltar
lá . É mas não tem jeito , na verdade eu acho que não sou um
ciclista e sim um ciclomasoquista ...rss pois sempre quebro meus
juramentos e acabo voltando a subir lá.     Nesse sábado não foi
diferente , a princípio havia decidido passar o dia inteiro dentro de
casa , só na boa descansado e relaxando , porém mudei de planos.
Os amigos de Barra mansa, do Alto giro , marcaram um pedal bem legal
, a volta da Pedra selada, sairiam as 6 da manhã da Vargem grande.
Resolvi ir com eles. Essa galera do Alto giro é bem pontual e
gostam de sair cedo , eles estão muito certos quanto mais cedo melhor
, além de evitarmos o sol forte ainda podemos apreciar a natureza sob
outro ângulo , o sol nascendo e a cerração deixaram as paisagens da
serra ainda mais bonitas.      Iniciamos nosso pedal , quanto a
subida não há muito o que falar , foi cascuda e cansativa como sempre
, mas a companhia dos amigos e a beleza da região ajudaram a
amenizar as agruras do percurso.      Foi tudo bem e acabamos por
chegar no topo do subidão , não sem antes fazermos uma pequena parada
para reagrupamento , hidratação e descanso no riacho  que corta a estrada .       Dessa vez ficou faltando a  tradicional e clássica foto no alto da serra, estava
tudo encoberto pela cerração , uma pena pois a  vista que temos lá
de cima é sensacional .    Seguimos em frente , dessa vez tudo foi mais
fácil porque até a Bagagem eram só descidas e trechos planos.
Outra parada , dessa vez no bar , a subida da serra esgotou nossas
energias , portanto tratamos de nos alimentar bem para repor  as
calorias perdidas porque ainda havia muito chão pela frente.     Todos
gostaram da região que é de fato muito bonita.      Rapidinho
chegamos na ponte do Souza , divisa dos estados do RJ e MG.
Novamente paramos , dessa vez para fotos em cima da ponte.       De lá
até Mauá seriam cerca de 25 kms , com a estrada margeando o rio preto.
Essa parte do trajeto é também muito bonita , a estrada é pouco
movimentada , se chegamos a cruzar com 3 carros ao longo do caminho
foi muito , além disso é relativamente fácil pois não tem serras ,
apenas pequenas e suaves elevações . A medida que que seguimos em
frente fomos nos aproximando cada vez mais da famosa montanha , a
pedra selada , ela tem esse nome porque lembra mesmo uma sela, só que
dependendo do ângulo as vistas vão se tornando diferentes , tem até
uma vista considerada erótica ....rss.     Chegando nas proximidades
do sopé da montanha não houve jeito, precisamos parar para nova sessão
de fotos, mas valeu a pena a montanha é bonita mesmo e merecia uma
foto de recordação por parte dos ciclistas.      Retomamos o caminho ,
fomos num bom ritmo e logo alcançamos o lugarejo conhecido como Campo
Alegre, lá uma breve parada para hidratação.      Mauá já estava bem
perto, ficamos felizes , mas nessa altura dos acontecimentos o sol já
estava bem forte , o que aumentava ainda mais o nosso cansaço     . Em
Mauá sombra , refrigerantes geladinhos e um delicioso almoço nos
aguardavam , uma motivação a mais para que chegássemos o mais rápido possível, porém pouco antes de visconde de Mauá   ainda enfrentamos uma outra
subida bem chata , felizmente era curta.      Finalmente chegamos no Mauá !!!
Tratamos logo de procurar um bom restaurante . A fome é o melhor
tempero desse mundo , a comida estava ótima e a conversa com os amigos
melhor ainda, o tempo passado no restaurante serviu também para que todos se conhecessem melhor.     Uma galera muito legal, todos super gente boa e
bastante animados , foi um prazer pedalar com eles.      Ficamos um
bom tempo no Mauá , almoçando , descansando e relaxando , mas  voltar a  pedalar
era preciso, haviam ainda muitos kms a se percorrer e além disso
 havia a subida da torre ,   cerca de 3.5 kms, de mauá até o
topo da serra, relativamente curta porém bem íngreme . Enfrentamos
o subidão , mas antes uma breve parada no bica . Essa subida foi
dose , não apenas pelo esforço propriamente dito, mas também devido ao
calor  forte.       Apesar do alto grau de inclinação , subimos bem e, pouco tempo  depois todos  já estavam no  topo da serra.      Esse pedal foi tudo de bom , mas extremamente cascudo e cansativo, portanto nada mais justo que tívéssemos alguns momentos de descanso e alívio ...rss    Foi isso mesmo , descanso total , foram cerca de 11 kms só descendo , soltamos o freio onde dava e mandamos ver , downhill nota 10 , vento no rosto , muita emoção e adrenalina a cada curva fechada.
         Bom demais nossa descida , uns mais rápidos , outros nem tanto , mas todos logo chegaram no ponto pergunta , nosso local de reagrupamento antes de entrarmos na estrada Capelinha x Vargem grande.       Retomamos nosso pedal , agora entrando no trecho final.     Seguimos em frente , mas infelizmente pouco tempo depois , um de nossos amigos , o Christian Dunga, acabou sofrendo um acidente.    Foi arremessado por cima do guard rail e acabou batendo a cabeça na estrutura metálica.
     Putz !!!   Foi um susto e tanto !!!      Felizmente tanto o acidentado quanto o restante da galera eram pessoas bem ponderadas , calmas e de inciativa.   Prontamente acionaram o resgate e enquanto esse não chegava , foram tratando , na medida do possível , estancar a hemorragia e manter o Christian acordado.    Justiça seja feita , o Christian Dunga foi muito raçudo, se manteve firme e animado até a chegada do resgate.      A ambulância foi acionada , esperamos um bom tempo , mas não chegou , felizmente uma amiga nossa , a Lúcia , estava na capelinha e assim que soube veio prontamente com seu Land Rover , e levou nosso amigo até a Capelinha onde já o aguardava a ambulância dos bombeiros que já prestaram os primeiros socorros.        Graças a Deus nosso amigo estava sendo levado para o hospital de emergência, acompanhado pelo seu amigo Pedrão.      Assim que a ambulância partiu ficamos mais tranquilos , e tratamos de pegar as bikes e seguir em direçaõ a Vargem grande , onde estavam nossos carros.        Esse último trecho de terra foi bem cansativo, e para completar uma tempestade ameaçava desabar a qualquer momento.       Mesmo com o cansaço acumulado , a chuva sobre nossas cabeças e o stress causado pelo acidente nós chegamos relativamente rápido.     Que alívio !!!
Vargem grande finalmente !!!      Mal acreditei que minhas pernas finalmente teriam descanso....rss
        Rapidinho cheguei em Resende , e tratei logo de ir no hospital saber do Christian.      Ficamos super felizes , ele já estava bem melhor , mas ficari em observação por várias horas, segundo ele havia perdido uma lasca de osso da cabeça , e havia uma pequena fissura´.    Com certeza o capacete salvou sua vida.            Enfim , apesar do susto , foi um pedal memorável .   Mountain bike sempre vale a pena !!!         Mais fotos e  relato no    http://www.mtbaltogiro.com/2013/03/volta-da-pedra-selada.html

   NA PONTE DO SOUZA.
    ÁGUAS PURAS E CRISTALINAS DO RIACHO DA SERRA DO M
    NOSSO AMIGO JOÃO VICTOR NOGUEIRA, SUPER GENTE FINA ,  EXCELENTE COMPANHEIRO DE PEDAL.
    ÍTALO , DO MTB ALTOGIRO.    SEMPRE INCENTIVANDO A GALERA A CONHECER NOVOS LUGARES.
    CHEGANDO EM BAGAGEM.
    PEDALAR É BOM , SE FOR NA COMPANHIA DE NOVOS AMIGOS É AINDA MELHOR.
    A TRADICIONAL E CLÁSSICA FOTO NÃO PODE FALTAR.
    NO CAMPO ALEGRE  NOSSO AMIGO RESOLVEU REFRESCAR A CABEÇA.
   HORA BOA , A HORA DO ALMOÇO
    HUMMM !!!   A COMIDA ESTAVA UMA DELÍCIA.
   AGORA SERIA SÓ DESCIDA
    AO LONGE E ABAIXO O MAUÁ
    NOSSO MAIS NOVO AMIGO , O JORGE PASIN , QUE VEIO DO RIO PARA PEDALAR COM A GENTE.
    SEGURANÇA SEMPRE , COM CERTEZA O CAPACETE SALVOU A VIDA DE NOSSO AMIGO.   REPAREM COMO O CAPACETE QUEBROU EXATAMENTE NA QUINA DO FERRO.
  
       


 
 
 
 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

MACCHU PICCHU ...FINALMENTE.

Finalmente cheguei , mal acreditei que estava lá , é verdade , gostei muito da viajem e de todos os lugares que conheci nesse bonito país, mas meu objetivo principal era Macchu picchu. Agora meu objetivo fora alcançado,e devo disser que não me decepcionei , muito pelo contrário ultrapassou minhas expectativas . Gostei de tudo , não apenas da cidade propriamente dita , mas também da natureza da região e principalmente da energia que envolve a tudo e a todos. Como o trem que nos trouxe de Cusco até Macchu picchu atrasou , acabou que cheguei já na parte da tarde , com a chuva prestes a cair, foi bastante corrido esse primeiro contato com Macchu picchu, mas mesmo assim foi ótimo , uma delícia desfrutei de cada momento , visitei com atenção cada construção. As fotos não dão idéia da grandiosidade do local , a medida que vamos andando pela cidade perdida no alto das montanhas peruanas é que nos damos conta de que é bem grande e com certeza abrigaria pelo menos 5000 habitantes. É mais um mistério , e mais uma vez fiquei curioso e intrigado. Com certeza um outro grande feito de engenharia dos incas. Pedras enormes , muito bem encaixadas , no topo de montanhas de difícil acesso. Porquê foi construida ??? Quem foram seus habitantes ??? Porque foi abandonada ??? Mesmo hoje em dia , apesar das pesquisas , nem tudo foi esclarecido, existem ainda muitos segredos e mistérios envolvendo Macchu picchu. Pra mim foi uma surpresa ficar sabendo que Macchu Picchu se localiza na amazônia, mas é certo , podemos constatar isso pela grande quantidade de florestas e também pela grande quantidade de chuvas, ainda mais agora , no verão. A chuva já era esperada, e em nada atrapalhou minha visita a cidade perdida dos incas, além disso ela proporcionou uns visuais bem bonitos e interessantes também. Agradeçi a Deus por estar lá, fazia um bom tempo que queria conhecer o lugar. As horas se passaram rapidamente , como que num passe de mágica, agora já estava quase na hora da cidade fechar e uma grande tempestade se aproximava, sendo assim precisava ir embora, voltar para a cidade de águas calientes lá embaixo entre as montanhas e o rio Urubamba. Retornar para a cidade era preciso , mas nem esquentei muito pois já havia comprado entrada para o dia seguinte , e retornaria ao local de manhã bem cedinho, e aí sim iria visitar cada recanto de Macchu picchu com muita calma , muito sossego, sem a pressão de horários ou guias. E assim o fiz, com destaque para a trilha da porta do sol, que fiz com muita calma , e ainda pude desfrutar de uma vista sem igual de toda a região.
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sábado, 19 de janeiro de 2013

SACSYHUAYAMAN , PISAC E OLLANTATAYTAMBO

É incrível, em se tratanto de pedras e construções grandiosas , os incas eram imbatíveis. A medida que fui conhecendo as ruínas , não pude deixar de pensar , ao olhar aquelas enormes pedras , algumas pesando mais de 100 toneladas e se encaixando perfeitamente umas nas outras . Ao ver tudo isso ficava pensando e imaginando , como conseguiram construir tudo aquilo, como faziam para levar essas enormes pedras para o alto das montanhas e também como faziam para conseguir encaixes tão perfeitos, perfeitos a ponto de resistir durante milênios aos fortes terremotos que assolam a região de tempos em tempos. Enfim cheguei a conclusão , que mesmo hoje em dia , com toda a tecnologia e maquinário existentes á nossa disposição seria muito difícil construir tais estruturas. O mais interessante é que tais construções com enormes pedras estão geralmente situadas no alto das montanhas em locais de difícil acesso. Ao ver essas pedras gigantes tão perfeitamente encaixadas eu até entendo , porque de vez em quando alguém sai com a teoria de que foram feitas por extraterrestres. Porém esse negócio de extraterrestres é tudo bobagem, a verdade é que foram feitas mesmo pelos antigo povo inca, porém como foram feitas até hoje é um mistério, existem várias teorias , mas nada é cem por cento certo, visto que os incas não deixarem registros escritos. Tudo o que se sabe é baseado em tradições , que foram passadas oralmente , de geração em geração até hoje e ,também nos registros dos historiadores espanhóis. Foi um privilégio estar aqui e conhecer todos esses lugares históricos, ´quem diria , o mundo sempre fala da história sob o ponto de vista ocidental ,geralmente baseada na europa, mas todos são obrigados a reconhecer que aqui, na américa do sul , antes da chegada dos descobridores europeus , se desenvolveu uma civilização muito avançada que construiu um império muito vasto, que em muitos aspectos eram bem superior e mais desenvolvido que os impérios da europa e ásia. Gostei muito de conhecer esses marcos históricos da civilização inca, e mais feliz ainda por constatar que apesar da destruiçaõ sistemática empreendida pelos conquistadores espanhóis , a cultura dos incas não foi destruída ,sua cultura , sua língua , seus costumes e principalmente seu povo ainda existem .
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