domingo, 15 de dezembro de 2013

TRILHA PENEDO X SERRINHA DO ALAMBARI

    Os imprevistos é que costumam dar os melhores  pedais ...ou as maiores "furadas " e perrengues ,  foi exatamente isso que aconteceu.       À princípio havia combinado com meu amigo Michel , de Volta Redonda , de  subir uma montanha próxima da ponte do Souza , porém devido a alguns mal entendidos acabamos , no último momento , mudando de planos.       Decidimos pedalar por algum lugar diferente da região, a primeira coisa que  me veio a mente foi a tal trilha que liga Penedo a  serrinha do alambari.      Sempre ouvia falar dela e decidí  que esse seria o momento oportuno de conhecê-la.       O problema é que estava pensando que era uma coisa , mas na realidade era outra totalmente diferente , pensava que a trilha seria na maior parte pedalável , porém a trilha , apesar de muito bonita e interessante , era super cascuda e mais apropriada para trekking , de preferência em tempo seco.            Nos dirigimos ao Penedo , e lá iniciamos a trilha, propriamente dita , cuja entrada se situa mais ou menos próximo das 3 cachoeiras , em frente a um mercado.   No princípio tudo muito bom, tudo muito legal , eram só alegrias com trilha maneira  e paisagens bonitas , seguimos em frente e pouco tempo depois nos deparamos com um portão fechando a estrada , ignoramos este obstáculo e entramos assim mesmo.     A partir daí  já foi ficando um pouco difícil pois a trilha ,apesar de boa, se tornou bem íngreme, e para completar era de terra vermelha  e muito recoberta por lodo , ou seja era praticamente um escorregador , a terra molhada tornava tudo ainda mais escorregadio, aí já começou uma série de escorregões e o empurra bike.      Porém nada nos desanimava , e continuamos seguindo com bom ânimo para o alto e avante.    De vez em quando nos deparávamos com trechos mais ou menos planos e pedaláveis , aí aproveitávamos pra tirar algumas fotos porque afinal de contas , pelo menos em teoria , aquilo era um passeio de mountain bike .  Os lugares por onde passamos  eram muito bonitos e bem preservados, e ao longo do caminho pudemos conhecer uma cachoeira bem bonita, escondida em meio a mata densa.    Nessa altura dos acontecimentos nós praticamente só empurrávamos as bikes pois a trilha ,a medida que avançávamos , se tornava cada vez mais estreita, lamacenta e fechada pela vegetação  , o que atrapalhava muito nosso deslocamento.    Foi um perrengue e tanto , muito cansativo , teve  certa hora que até pensei em desistir e voltar pra trás , isso porque a trilha é em meio à mata , sendo assim a gente fica meio perdido e sem referências porque não dá pra olhar pra longe e ter idéia de onde estamos; porém  refleti melhor , troquei uma idéia com o Michel decidimos , em comum acordo a seguir em frente , o que foi ótimo pois se desistisse e voltasse minha reputação como "guia " ficaria  seriamente abalada.   Andamos , andamos e andamos e nada de  chegar na serrinha ; então subitamente   chegamos num enorme brejo , com vegetação muito alta , nesse ponto a trilha sumiu, novamente fiquei  preocupado , mas logo o Michel , que é um trilheiro experiente , achou a trilha novamente,  seguimos em frente e chegamos em 2 abrigos abandonados , o que nos tranquilizou e mostrou que estávamos no caminho certo.    É óbvio que nessas alturas dos acontecimentos nosso pedal se havia transformado em trekking , mas não um trekking comum , e sim um trekking carregando peso , ou seja : carregando as  bikes.   Continuamos nossa árdua jornada e chegamos numa bifurcação , felizmente optei pelo caminho certo, o  que logo foi confirmado pelos marcadores nas árvores.      A partir desse ponto o que já estava ruim se tornou ainda pior, pois até então pudemos empurrar as bikes, mas agora seria necessário carrega-lás  trilha acima,  em alguns lugares o caminho era extremamente íngreme , isso sem falar nos galhos e cipós que a toda hora se emaranhavam em  nós e nas bikes .     Esse trecho foi extremamente cansativo, meu amigo Michel , que é sempre calmo e tranquilo, chegou a ficar preocupado e até consultou seu gps , porém confirmou minhas suspeitas de que já estávamos bem próximos da serrinha do alambari.     Apesar do cansaço e dos perrengues  eu gostei de conhecer essa trilha, a natureza é bem preservada , é mata virgem mesmo, com muitas nascentes de água e bastante animais.   Fiquei impressionado com a quantidade de macacos fazendo algazarra próximos de nós, mas não pudemos avistar nenhum, estavam bem camuflados na vegetação.      O cansaço bateu forte, não via a hora de chegar na serrinha , não aguentava  mais  tantas subidas empurrando bicicleta , que naquela altura dos acontecimentos pareciam ainda mais pesada.      Subimos , subimos e subimos, fizemos muitas curvas e , de repente , graças a Deus , a mata terminou e saímos no alto de uma montanha totalmente recoberta de pasto, onde uma boiada pastava tranquilamente.      Mal acreditei que estávamos chegando , mas era mesmo verdade ,  abaixo e ao longe avistamos a serrinha do alambari.     A partir daí foi só descer , logo chegamos na serrinha , fizemos uma breve  parada pra tomar um banho no ribeirão de águas bem frias, foi ótimo renovou nossas energias.       Desse ponto em diante foi tudo bem light e previsível, lanchamos na serrinha e depois  voltamos via  trilha da aman.    Apesar dos perrengues  gostei muito ,tudo tem seu lado positivo , sempre vale a pena conhecer lugares novos e superar desafios ;acrescentei mais uma aventura ao meu currículo e com certeza fiquei um pouco mais descolado.    Agradeço ao Michel pela companhia.        E para àqueles que ainda não conhecem , aí vão algumas fotos para terem uma  idéia.
    Em alguns  trechos era possível pedalar.
   No começo tudo era relativamente fácil.
                     Depois de certo tempo  o mato foi tomando conta , e a trilha se tornando cada vez mais estreita.
                     Uma bonita cachoeira escondida no meio da mata.
    De repente saímos da mata fechada e chegamos no alto dessa montanha recoberta de pasto , de onde podia se avistar a serrinha.
    Quase no final da trilha , bem pertinho da serrinha do alambari  descobrimos  esse pocinho , onde aproveitamos para descansar um pouco.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

SUBINDO, PELA PRIMEIRA VEZ, A SERRA DO M COM A MOUNTAIN BIKE 29

    Antes de mais nada gostaria de pedir desculpas aos meus poucos , porém fiéis leitores .  Na verdade fiquei agarrado com muitos compromissos e , acabei deixando o blog um pouco de lado , mas a realidade agora é outra e , tentarei , na medida o possível , mantê - lo  atualizado.      Pois bem, apesar do blog estar parado há um bom tempo , eu não estava,  muitas coisas boas aconteceram , uma delas foi a aquisição de minha nova bike .     Pensei bastante , durante um bom tempo analizei os prós e os contras e , acabei migrando definitivamente para a 29.     Já faz cerca de um mês que estou pedalando exclusivamente com ela e , inclusive já fiz uns pedais bem cascudos  e legais com ela, tais como a subida  do registro  x abrigo Rebouças e a subida da Capelinha até o mirante das torres em visconde de Mauá.       Devo dizer que a bike se comportou muito bem em todas elas , embora o mesmo não acontecesse comigo.   No começo estranhei um pouco, a geometria é outra, e eu, sem perceber, tinha a tendência de querer usar as mesmas  relações de  marchas utilizadas na 26.     Com o tempo fui pegando as "manhas " e me adaptando , um bike fit foi necessário , pois no começo minhas costas doíam muito.     Porém superados esses pequenos problemas iniciais  tudo foi se tornando mais fácil e prazeroso.     Notei que a bike  vôa  nos trechos planos , e na estrada de terra ela literalmente papa os buracos e costelinhas , tornando o pedal mais agradável.    Nas subidas , no começo , parece que é mais lento e cansativo, mas nota se que rende mais devido ao tamanho maior das rodas.       Tudo estava correndo bem, e a tendência era melhorar ainda mais devido aos upgrades que fiz , porém ainda faltava  o teste definitivo, a prova de fogo , a oportunidade surgiu nesse domingo , um pedal até o poçaõ da ponte do Souza , via subidão do M.      Para àqueles que não conhecem Resende , vou explicar :  Trata - se de uma subida relativamente curta , cerca de 7 kms, mas muito íngreme e ,em estrada de terra , somente alguns pequenos  trechos mais críticos tem asfalto.         Resolví acompanhar o Fabinho do cicle 2 irmãos , enfrentei a serra, no começo foi relativamente fácil, até a metade fui relativamente bem, mas do meio por fim a coisa foi ficando feia, apesar do cansaço extremo fui valente e procurei pedalar usando somente a coroa do meio , nunca a menor.    Fui insistindo nessa tática , fiquei super cansado , mas me mantive firme, mesmo com o perrengue dava pra notar que a subida rendia por causa das rodas maiores.    Agora chegou uma hora em que não aguentei mais, e ao invés de usar a coroa menor , decidí descer e empurrar , mas foi um trecho bem curtinho, pouco tempo depois voltei  a pedalar  e por fim consegui chegar no topo, alguns amigos já estavam lá me esperando e , foram testemunhas de minha vitória , mais uma vez conseguí vencer o subidão do M.       É bem verdade que levei um certo tempo pra me recuperar , o corpo chegou no topo do M , mas a  alma só chegou um pouco mais tarde ...rss .    Só depois que corpo e alma se juntaram  e,  entraram novamente em sintonia é que  relaxei e comecei a desfrutar do pedal.       Após o descanso super merecido e das fotos de praxe, seguimos em direção a Bagagem, pois a maioria dos participantes eram de Barra mansa , não conheciam a região.    Resolvemos esticar o pedal até a ponte do Souza, e lá , por sugestão minha , fomos conhecer o poçaõ , que é bem pertinho, cerca de duzentos metros da ponte, uma trilha bonita escondida entre a mata e margeando o rio Preto.      Todos gostaram muito do local, é de fato muito bonito , embora as corredeira estivessem com pouco volume de água devido a seca , mas o que faltou em água sobrou em areia, havia uma prainha bem bonita , o local rendeu boas fotos.      Após isso voltamos, numa boa , sem sobressaltos , apenas tomamos cuidados redobrados na descida do M , pois alí e meio perigoso e tem muitos buracos e pedras soltas.    No final das contas o balanço foi bem positivo, agora é fato : na subida muito íngreme a 29 perde pra 26 , mas talvez nem tanto, meu péssimo  desempenho na subida pode ter sido causado pela falta de preparo físico e pelo uso inadequado da relação de marchas.     Ficaram algumas dúvidas , que só serão plenamente  esclarecidas na próxima" escalada" ...rss
    Meu corpo chegou , mas a alma ainda estava lá no meio da serra.
    Mesmo a mais longa das jornadas se torna mais fácil quando temos a companhia dos amigos.
    Nosso amigo , o Paraná , começou  ha pouco tempo no mtb, e já tem se destacado.
   Esse local é bem bonito , porém pouco conhecido.






segunda-feira, 11 de março de 2013

VOLTA DA PEDRA SELADA COMO OS AMIGOS DO MTB ALTO GIRO, DE BARRA MANSA RJ.

 
     AMIGOS DO ALTO GIRO , DE  BARRA MANSA RJ.
    A FAMOSA PEDRA SELADA SOB UM ÂNGULO ERÓTICO ...RSS


        Confesso aos senhores que o subidão do M não é um dos meus
trajetos favoritos , já fui lá muitas vezes e, é sempre a mesma coisa
: muito cansaço , muito perrengue e pra completar as minhas costas
sempre doem. Acabo jurando pra mim mesmo que nunca mais vou voltar
lá . É mas não tem jeito , na verdade eu acho que não sou um
ciclista e sim um ciclomasoquista ...rss pois sempre quebro meus
juramentos e acabo voltando a subir lá.     Nesse sábado não foi
diferente , a princípio havia decidido passar o dia inteiro dentro de
casa , só na boa descansado e relaxando , porém mudei de planos.
Os amigos de Barra mansa, do Alto giro , marcaram um pedal bem legal
, a volta da Pedra selada, sairiam as 6 da manhã da Vargem grande.
Resolvi ir com eles. Essa galera do Alto giro é bem pontual e
gostam de sair cedo , eles estão muito certos quanto mais cedo melhor
, além de evitarmos o sol forte ainda podemos apreciar a natureza sob
outro ângulo , o sol nascendo e a cerração deixaram as paisagens da
serra ainda mais bonitas.      Iniciamos nosso pedal , quanto a
subida não há muito o que falar , foi cascuda e cansativa como sempre
, mas a companhia dos amigos e a beleza da região ajudaram a
amenizar as agruras do percurso.      Foi tudo bem e acabamos por
chegar no topo do subidão , não sem antes fazermos uma pequena parada
para reagrupamento , hidratação e descanso no riacho  que corta a estrada .       Dessa vez ficou faltando a  tradicional e clássica foto no alto da serra, estava
tudo encoberto pela cerração , uma pena pois a  vista que temos lá
de cima é sensacional .    Seguimos em frente , dessa vez tudo foi mais
fácil porque até a Bagagem eram só descidas e trechos planos.
Outra parada , dessa vez no bar , a subida da serra esgotou nossas
energias , portanto tratamos de nos alimentar bem para repor  as
calorias perdidas porque ainda havia muito chão pela frente.     Todos
gostaram da região que é de fato muito bonita.      Rapidinho
chegamos na ponte do Souza , divisa dos estados do RJ e MG.
Novamente paramos , dessa vez para fotos em cima da ponte.       De lá
até Mauá seriam cerca de 25 kms , com a estrada margeando o rio preto.
Essa parte do trajeto é também muito bonita , a estrada é pouco
movimentada , se chegamos a cruzar com 3 carros ao longo do caminho
foi muito , além disso é relativamente fácil pois não tem serras ,
apenas pequenas e suaves elevações . A medida que que seguimos em
frente fomos nos aproximando cada vez mais da famosa montanha , a
pedra selada , ela tem esse nome porque lembra mesmo uma sela, só que
dependendo do ângulo as vistas vão se tornando diferentes , tem até
uma vista considerada erótica ....rss.     Chegando nas proximidades
do sopé da montanha não houve jeito, precisamos parar para nova sessão
de fotos, mas valeu a pena a montanha é bonita mesmo e merecia uma
foto de recordação por parte dos ciclistas.      Retomamos o caminho ,
fomos num bom ritmo e logo alcançamos o lugarejo conhecido como Campo
Alegre, lá uma breve parada para hidratação.      Mauá já estava bem
perto, ficamos felizes , mas nessa altura dos acontecimentos o sol já
estava bem forte , o que aumentava ainda mais o nosso cansaço     . Em
Mauá sombra , refrigerantes geladinhos e um delicioso almoço nos
aguardavam , uma motivação a mais para que chegássemos o mais rápido possível, porém pouco antes de visconde de Mauá   ainda enfrentamos uma outra
subida bem chata , felizmente era curta.      Finalmente chegamos no Mauá !!!
Tratamos logo de procurar um bom restaurante . A fome é o melhor
tempero desse mundo , a comida estava ótima e a conversa com os amigos
melhor ainda, o tempo passado no restaurante serviu também para que todos se conhecessem melhor.     Uma galera muito legal, todos super gente boa e
bastante animados , foi um prazer pedalar com eles.      Ficamos um
bom tempo no Mauá , almoçando , descansando e relaxando , mas  voltar a  pedalar
era preciso, haviam ainda muitos kms a se percorrer e além disso
 havia a subida da torre ,   cerca de 3.5 kms, de mauá até o
topo da serra, relativamente curta porém bem íngreme . Enfrentamos
o subidão , mas antes uma breve parada no bica . Essa subida foi
dose , não apenas pelo esforço propriamente dito, mas também devido ao
calor  forte.       Apesar do alto grau de inclinação , subimos bem e, pouco tempo  depois todos  já estavam no  topo da serra.      Esse pedal foi tudo de bom , mas extremamente cascudo e cansativo, portanto nada mais justo que tívéssemos alguns momentos de descanso e alívio ...rss    Foi isso mesmo , descanso total , foram cerca de 11 kms só descendo , soltamos o freio onde dava e mandamos ver , downhill nota 10 , vento no rosto , muita emoção e adrenalina a cada curva fechada.
         Bom demais nossa descida , uns mais rápidos , outros nem tanto , mas todos logo chegaram no ponto pergunta , nosso local de reagrupamento antes de entrarmos na estrada Capelinha x Vargem grande.       Retomamos nosso pedal , agora entrando no trecho final.     Seguimos em frente , mas infelizmente pouco tempo depois , um de nossos amigos , o Christian Dunga, acabou sofrendo um acidente.    Foi arremessado por cima do guard rail e acabou batendo a cabeça na estrutura metálica.
     Putz !!!   Foi um susto e tanto !!!      Felizmente tanto o acidentado quanto o restante da galera eram pessoas bem ponderadas , calmas e de inciativa.   Prontamente acionaram o resgate e enquanto esse não chegava , foram tratando , na medida do possível , estancar a hemorragia e manter o Christian acordado.    Justiça seja feita , o Christian Dunga foi muito raçudo, se manteve firme e animado até a chegada do resgate.      A ambulância foi acionada , esperamos um bom tempo , mas não chegou , felizmente uma amiga nossa , a Lúcia , estava na capelinha e assim que soube veio prontamente com seu Land Rover , e levou nosso amigo até a Capelinha onde já o aguardava a ambulância dos bombeiros que já prestaram os primeiros socorros.        Graças a Deus nosso amigo estava sendo levado para o hospital de emergência, acompanhado pelo seu amigo Pedrão.      Assim que a ambulância partiu ficamos mais tranquilos , e tratamos de pegar as bikes e seguir em direçaõ a Vargem grande , onde estavam nossos carros.        Esse último trecho de terra foi bem cansativo, e para completar uma tempestade ameaçava desabar a qualquer momento.       Mesmo com o cansaço acumulado , a chuva sobre nossas cabeças e o stress causado pelo acidente nós chegamos relativamente rápido.     Que alívio !!!
Vargem grande finalmente !!!      Mal acreditei que minhas pernas finalmente teriam descanso....rss
        Rapidinho cheguei em Resende , e tratei logo de ir no hospital saber do Christian.      Ficamos super felizes , ele já estava bem melhor , mas ficari em observação por várias horas, segundo ele havia perdido uma lasca de osso da cabeça , e havia uma pequena fissura´.    Com certeza o capacete salvou sua vida.            Enfim , apesar do susto , foi um pedal memorável .   Mountain bike sempre vale a pena !!!         Mais fotos e  relato no    http://www.mtbaltogiro.com/2013/03/volta-da-pedra-selada.html

   NA PONTE DO SOUZA.
    ÁGUAS PURAS E CRISTALINAS DO RIACHO DA SERRA DO M
    NOSSO AMIGO JOÃO VICTOR NOGUEIRA, SUPER GENTE FINA ,  EXCELENTE COMPANHEIRO DE PEDAL.
    ÍTALO , DO MTB ALTOGIRO.    SEMPRE INCENTIVANDO A GALERA A CONHECER NOVOS LUGARES.
    CHEGANDO EM BAGAGEM.
    PEDALAR É BOM , SE FOR NA COMPANHIA DE NOVOS AMIGOS É AINDA MELHOR.
    A TRADICIONAL E CLÁSSICA FOTO NÃO PODE FALTAR.
    NO CAMPO ALEGRE  NOSSO AMIGO RESOLVEU REFRESCAR A CABEÇA.
   HORA BOA , A HORA DO ALMOÇO
    HUMMM !!!   A COMIDA ESTAVA UMA DELÍCIA.
   AGORA SERIA SÓ DESCIDA
    AO LONGE E ABAIXO O MAUÁ
    NOSSO MAIS NOVO AMIGO , O JORGE PASIN , QUE VEIO DO RIO PARA PEDALAR COM A GENTE.
    SEGURANÇA SEMPRE , COM CERTEZA O CAPACETE SALVOU A VIDA DE NOSSO AMIGO.   REPAREM COMO O CAPACETE QUEBROU EXATAMENTE NA QUINA DO FERRO.